Renda Básica

O que é “renda básica” ? É o futuro do capitalismo, se o mundo não retornar à guerra mundial e à barbárie antes de sua inevitável implementação.
Trata-se do reconhecimento de que ninguém cria riqueza sozinho, que a criação de riquezas é sempre coletiva, de que não há capital sem estado e que atualmente o sistema funciona antes de tudo para transferir grande parte das riquezas socialmente produzidas para uma pequena parcela da população, tira muito dos pobres para engordar principalmente os super-ricos, e que cada dia mais máquinas substituem trabalho humano.
A renda mínima a ser votada no referendo suiço de 5 de junho seria uma renda mensal para todos os cidadãos (universal e incondicional), visando a cumprir mais ou menos os objetivos vislumbrados para cada membro da família no salário mínimo de Getúlio Vargas, em torno de 2500 dólares por adulto e 600 por criança na Suíça hoje!
Enquanto o eleitor não entender que a produção de bens é sempre social e coletiva e que não é razoável que alguns tenham bilhões (ninguém vai proibi-los de serem bilionários) e o governo pague dezenas de bilhões por mês de juros enquanto milhões não têm teto nem comida nem remédio nem trabalho nem instrução nem bicicleta nem dentadura nem óculos etc porque não conseguem obter uma renda, mínima que seja, regular que lhes permita um mínimo de participação digna, de abrigo, o capitalismo será inapelavelmente, cruelmente, viciadamente, vergonhosamente, SELVAGEM!

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O desmatamento na Amazônia e as secas no Sudeste

Alguns pingos nos ís do prof Molion. (grazie, amico sand-rio)

SOL E MUDANÇAS CLIMATICAS

A afirmação de que as secas da Região Sudeste estão sendo causadas pelo desmatamento da Amazônia não tem base científica, pois não resiste a uma análise dos dados climáticos, além de ser contrária ao bom senso. A anomalia climática pela qual São Paulo está passando é decorrente da variabilidade natural do clima e já ocorreu no passado, até com intensidade maior. O gráfico abaixo representa a variação dos desvios de precipitação padronizados para a Estação da Luz, no centro da capital paulista, que tem dados de chuvas observados desde 1888. Neste gráfico, notam-se desvios fortemente negativos na década de 1930, em 1933 e 1936, e na década de 1960, em 1963, 1968 e 1969. As séries de precipitação mais curtas, a partir dos anos 1950, também, registram as secas que afetaram a Região Sudeste na década de 1960. Ou seja, a região já esteve submetida a secas severas no passado…

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voto na direita, ergo, sou rico!

Acho que o psdb está conseguindo muito bem passar uma mensagem do tipo, quem vota no psdb é rico, quer dizer, se vc ganhava 700 e tinha que votar no pt porque era pobre, agora que ganha 1500 (ou 900 ou 10500) vc é rico e portanto, não “orna” mais votar em partido “de pobre”…

as políticas nacionais, estaduais, municipais, são coisas ininteligíveis pra grande maioria do eleitorado. votar, pra maioria, não é ação “política”, baseada em argumentação racional informada sobre dados específicos etc, é ação “freudiana”, emocional, ligada a fantasmas e fantasias (não gosto dela, amo aquela outra, tenho raiva desse aqui, o pessoal desse partido é tudo safado, a minha turma toda vota em fulano, etc). mas, quem tem carta branca pra “trabalhar” narrativas fantasiosas em diversas dimensões (ficção, informação, shows) é a televisão, aquela que “todo mundo”, “o meu pessoal”, “a turminha lá de casa” vê em massa: a globo ( um câncer enorme, mas de baixa intensidade, na vida psíquica (e portanto, política) do brasileiro)

eu vejo a globo um pouco como uma tênia que se alojou e engordou nas vísceras do país mas que conseguiu enviar filhotes pro cérebro da vítima, que não cessam tb de engordar

mesmo porque a informação, os dados, os programas, ou seja, a matéria da decisão do voto “consciente” pouquíssimos conhecem, e meia dúzia de gatos pingados domina com destreza: é muita coisa, tudo embaralhado. só nos restam mesmo as ilusões das paixões——aquele pessoal? tutti buona gente, ma tutti ladri! kkkk

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Studies: Weaker solar activity means colder, and colder also means drier

David Archibald é um geólogo economista australiano muito pessimista sobre a atividade solar declinante e o esfriamento global que está começando.

Watts Up With That?

Guest essay by David Archibald

There were two papers published in 2013 that, when considered together, paint a bleak picture of North American climate and agriculture for the rest of the century and beyond. Firstly from the abstract of “Multidecadal to multi-century scale collapses of Northern Hemisphere monsoons over the past millennium”1 by Asmerom et al.:

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complexidade e simplificação

complexidade e simplificação

em 1984, o Big Brother, porco chefe da fazenda dos animais, estava vigiando todos nós, inclusive gatos pardos e ovelhas sarnentas, naquele ano éramos felizes, sabíamos que guerra é paz, servidão é liberdade, ignorância é força! coisas simples; hoje, o obama sabe que eu o estou citando nesse exato momento, mudou o broda, não mudou muito o espírito da coisa. sim, claro, evoluímos muuuito desde então, hoje sabemos que pai é pai, mãe é mãe, pelo menos até que o projeto de lei da Marta seja aprovado…. hêi! eu sei, sei que o programa do psdb deve ter umas 12 mil páginas e o do pt promete reuniões todos os dias pelos próximos 3 séculos! mas a vida hoje está muito simplificada pela internet, posso ver o olavo de carvalho no youtube a hora que quiser, ler gramsci, vigotsky, acompanhar a entrevista anual do putin traduzida ao vivo pelo face da rt………………..em outubro, vote ou não na presidAntA (anta, eduardo, anta! tenha dó, ó o respeito!), garanto a vc, minha amiga, meu voto tem tuuudo pra ser consciente. informação, pluralismo e….. complexidade… é o que não falta!

Quando a pessoa estuda filosofia tem que escolher um filósofo ou, no máx, uma escola filosófica, a que se dedicar e conhecer a fundo. O ‘meu’ filósofo predileto preferido meu amigo e guia é John Langshaw Austin: he’s my man! Completamente afastado da universidade há muito tempo, releio o bravo inglês à procura de inteligência pura, nunca me decepciono! Em geral o pessoal faz isso com Pessoa, St-Éxupéry, Einstein(!?!), Gandhi, Paulo Coelho… enfim, cada um com suas cebolas.

O ponto é: vira e mexe, na filosofia como na vida em geral, um pessoal geralmente numeroso começa a complicar complicar e palavrear e blablablá e o palavrório sem sentido vai aumentando aumentando, a coisa chega sempre a um ponto em que cada filósofo virou guru de duas dúzias de seguidores fanáticos e ninguém se entende e a produtividade acaba no brejo. O pós-modernismo serviria como exemplo, uma revista ou jornal fez o teste, pegaram ao acaso pedaços de textos de vários autores famosos fizeram várias saladas incompreensíveis e longas, com cara de ‘papers’, artigos sérios, que foram mandados com pseudônimos esdrúxulos para grandes revistas filosóficas “pós-modernas” e devidamente……… publicados! Um que detestava isso era Guilherme de Occam, no começo do séc. 14, com sua famosa ‘navalha’——–entre duas hipóteses não comprovadas prefira aquela que faz menos assumptions (que ‘supõe’ menos), ou seja, como dizia Austin, “Cut the cackle” “Veja se dá pra parar de cacarejar”…

Austin era comprovadamente um gênio, tanto que foi o chefe do serviço inglês de informações relativo ao Dia D, sem, obviamente, ser militar ou espião, apenas porque era gênio e o dia D tinha que ter o melhor planejamento possível: Austin!
Foi o campeão absoluto de um movimento chamado de “Filosofia Analítica” e tb de “Filosofia da Linguagem Quotidiana” (Philosophy of Ordinary Language). A ideia fixa desse pessoal (Grice, Urmson, Berlin, Quine, e outros muito badalados que não lembro agora) era SIMPLIFICAR, diante da barba imensa de Platão e outros Sartres, simplificar, enxugar, lapidar, esmerilhar, limpar, chegar a afirmações límpidas, crystal clear! A ferramenta, a linguagem de todo dia, a língua materna ! O lema deles era, primeiro vamos examinar o que diríamos em bom português nesse caso, poderemos quase sempre chegar num acordo que tais e tais afirmações são perfeitamente cabíveis (partimos delas para nossa análise) e outras são confusas, obscuras (as assumptions do time rival, kkk) e devem ser deixadas para depois…

Como acho que vivemos numa época em que o que é simples, já e apenas por ser simples, é de ofício imediatamente desclassificado e jogado fora, GARANTO: precisamos de uma navalha de Occam a laser imediatamente. Ou tratamos de encontrar pontos comuns inteligíveis em língua portuguesa ou continuaremos a ser tragados nas torrentes de economiquês e politiquês e cientifiquês e marketinguês que as elites (claro, as elites burras) tem conseguido nos enfiar goela abaixo já há um bom tempo!

A Cristiana Lôbo ontem no glonews em pauta disse que tem que considerar que o programa do pt vai dizer isso e aquilo, mas que tem que ver que os outros partidos da aliança tb têm programas e que fica difícil dizer, e concluiu: uma coisa é o programa, outra é o governo. Sim, é isso mesmo, trata-se de uma verdade lapidar. A lógica da coisa é que o programa é apenas isso, um programa, palavras, e como todos sabemos, não fazemos coisas com palavras, principalmente políticos não tem compromisso nenhum com palavras programáticas: é tudo muito complexo na política, tem as alianças, os orçamentos, as leis, não dá pra ficar querendo cumprir programa, seria bom se pudéssemos fazê-lo mas a realidade… Fato: todo mundo aceita esse tralalá dos políticos……a realidade do dia a dia da gestão governamental é muuuito complexa… se o povo começa a exigir que a gente cumpra iiiissso e depois aquiiiilo aí nenhum governo funciona… portanto, prometemos mundos e fundos, não entregamos nem um décimo e o povo tem que achar bom, porque todos os políticos agem assim!
De acordo com esse tipo de constatação e prática, temos na primeira campanha de ObAntA o exemplo prototípico, não fazemos campanha com promessas, isso é coisa de político tradicional, nós fazemos a alma do eleitor ficar embevecida com a campanha e com o candidato, o primeiro afro (que lindo) o primeiro isso (que ótimo) o melhor aquilo (bão dimaissss)….Yes we can……….. sim, podemos! podemos o quê? mudar o mundo? yes we can! mudar o clima para nossos tataranetos não morrerem queimados pelas atrocidades ecológicas que nossos filhos poderiam cometer ao comer carne de boi que arrota gás tóxico contra a atmosfera de gaia? yes we can! Salvar os pobres ucranianos das mãos sangrentas do urso siberiano Púton? yes we can! Ele assume, recebe refinanciamento para os trilhões de dívidas que a america deve, e multiplica as verbas pro programa de espionagem mundial da cia e nsa! e eu acreditei….

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Retraction of Recursive Fury: A Statement

a revista Frontiers in Psychology publicou o artigo Fúria Recursiva: Ideação…. do prof Stephan Lewandowsky e, após reações ao artigo, RETIROU (retracted) o artigo, i.e., não admite mais nenhuma responsabilidade por ele, desautorizou-o, considerou-o impublicável, ou algo parecido. Nele Lewandowsky tachava vários blogueiros cientistas nomeadamente apontados, contrários à conspiração aquecimentista, como desequilibrados mentais propensos a verem conspirações em todo lugar(!)…. quem é recursionista furioso?

Tallbloke's Talkshop

H/T to Barry Woods. The Frontiers in Psychology journal editors have issued this statement regarding the retraction of Stephan Lewandowsky’s deeply unpleasant attack on climate sceptics. They confirm that contrary to the claims of the usual suspects, no ‘threats’ were involved in the retraction decision. Why did Bristol University give Lewandowsky a tenured professorship. Why did the royal Society give him an award? Something stinks.

(Lausanne, Switzerland) – There has been a series of media reports concerning the recent retraction of the paper Recursive Fury: Conspiracist ideation in the blogosphere in response to research on conspiracist ideation, originally published on 18 March 2013 in Frontiers in Psychology. Until now, our policy has been to handle this matter with discretion out of consideration for all those concerned. But given the extent of the media coverage – largely based on misunderstanding – Frontiers would now like to better clarify the context behind…

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Ultima entrevista ao Prof, Molion sobre as mudanças climaticas

Ótimo trabalho de transcrição, pelo sand-rio, da entrevista do professor climatologista hiper-diplomado e ostracizado pelo establishment brasileiro dr Luiz Carlos Molion. Os temas mais em voga atualmente sobre “mudanças climáticas” aparecem sob a abordagem lúcida e direta do grande cientista Molion!

SOL E MUDANÇAS CLIMATICAS

Em entrevista obtida por Nelson Ramos Barretto, correspondente de Catolicismo na capital federal, o ilustre climatólogo e professor da UFAL o Prof. Luiz Carlos Molion, aponta inconsistências, e até mesmo fraudes científicas, nas teses defendidas sobre o tão propalado “aquecimento global”.

Sem exagero, o Prof. Molion pode ser – e, aliás, vem sendo – considerado a maior autoridade em matéria de meteorologia do Brasil, e até da América Latina.

Catolicismo — A cada seis anos o IPCC, principal divulgador de “Mudanças Climáticas do Planeta”, publica um Relatório feito por centenas de cientistas, políticos e ambientalistas. O mais recente, o 5º Relatório de 2013, atendeu às expectativas?

Prof. Molion—O 5° Relatório (AR5) do IPCC, lançado em final de setembro, ficou muito abaixo das expectativas. 

É confuso, obscuro e continua insistindo em que a temperatura tem aumentado e em que há 95% de certeza de que esse aumento seja provocado por atividades humanas.

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